Segurança Pública

 

Esta parte do site é dedicada a demonstrar o crescimento e eficácia do Hapkido nas polícias e na segurança pública.

 

 

Polícia Militar do Estado de São Paulo - Academia de Oficiais Barro Branco

O grêmio de HAPKIDO compreende no ensino de uma Arte Marcial Milenar ministradas pelo Mestre Norberto Serrano Junior, Faixa Preta – 6° DAN, Vice-presidente da Confederação Brasileira de HAPKIDO, Bicampeão Mundial Seul-Korea e Prof Robson Faustino, Faixa Preta 3° DAN, cujo mister é proporcionar ao praticante o desenvolvimento de técnicas de defesa pessoal que visam o aprimoramento do conhecimento de técnicas não-letais, contribuindo para uma atuação profissional no exercício da atividade de Polícia Ostensiva e na Preservação da Ordem Pública. Fundado na APMBB em Abril de 2008 pelo 1º Ten PM Maurício Mota e pelo 1º Ten PM Fortes tendo como auxiliar o Al Of PM Frota do 4 º CFO “A” 1ª Cia ES. As atividades do grêmio são desenvolvidas às terças e quintas-feiras das 16h às 17h30min e tem como rotina a prática de alongamento, aquecimento, exercícios aeróbicos, defesa pessoal com ataque e defesa envolvendo armas brancas, armas de fogo e bastões, bem como projeções, torções e combates em pé e no solo.
 

fonte:(http://www.polmil.sp.gov.br/unidades/apmbb/index.asp?Tela=artes-marciais&Tipo=swf)

 

 

Polícia Civil gaúcha inova na formação de seus policiais

Um curso de hapkido prepara os agentes nas práticas de imobilização e desarmamento de criminosos

 

Golpes, alavancas, socos, quedas, rolamentos e luxações transformam o Hapkido em uma das artes marciais mais eficazes que existem. Basicamente utilizada para a defesa pessoal, esta arte marcial ainda é pouco difundida no Brasil. Pois a Polícia Civil gaúcha viu, nesta técnica sul-coreana, predicados que podem melhorar o preparo e o desempenho dos agentes policiais. A partir de uma iniciativa do delegado João Bancolini, atual Diretor do Denarc — Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico —, um curso de defesa pessoal, baseado na prática do hapkido, treina, há mais de três meses, o policial para enfrentar as diversas situações da sua profissão com mais lucidez.

O curso é ministrado pelo mestre Luís César Nunes, e visa preparar para a imobilização na condução e colocação de algemas em presos, no desarmamento de pessoas com arma de fogo a curta distância, e no condicionamento físico, convertendo o hapkido à técnica mais adequada ao agente policial. Com anos de experiência ensinando policiais civis e militares, o mestre Luís César considera a técnica do hapkido fundamental para o policial manter a tranqüilidade em momentos de grande adrenalina na profissão: Este treinamento ajuda no lado psicológico e emocional do policial, porque se ele estiver bem preparado, com autocontrole, ciente daquilo que vai aplicar, ele evita o uso da arma, muitas vezes o excesso, a lesão. Isto faz com que o criminoso respeite mais o policial.

O Hapkido é uma arte marcial que não usa tanto a força, usa um sistema de torções e alavancas, imobilização de braços, pernas e pescoço. Especificamente para o policial, as práticas treinadas são em cima da defesa, mas também possibilitam a antecipação, evitando o uso de violência e do excesso de força. Atualmente estão participando do curso dois delegados e dez agentes, sendo que o limite de vagas é de 20 pessoas. Segundo o mestre Luís, é possível individualizar o treinamento, inclusive com mulheres que, segundo ele, têm até mais facilidade de executar os movimentos do hapkido por possuírem maior elasticidade. Apesar de considerar o treinamento mais fácil de ser ensinado ao agente policial, por terem um “algo a mais”, o Mestre aponta, como grande dificuldade dos policiais, o preparo físico: Muitos são sedentários e sentem falta de treinamentos específicos para o condicionamento físico, o que dificulta a execução de alguns movimentos do hapkido.

O Inspetor Volnei Lima, assíduo em diversos cursos dentro da Polícia Civil, não perde a oportunidade de apreender técnicas novas: É uma questão de sobrevivência a prática do treinamento, a minha vida está em risco, e eu tenho mais idade, preciso estar treinado. Este tipo de treinamento é comum dentro de todas as polícias do mundo, as mais evoluídas possuem testes semestrais e anuais de condicionamento físico ao policial de rua. No Brasil, é comum apenas um teste quando o agente ingressa na polícia.

O delegado João Bancolini, Diretor do Denarc, é o principal responsável pela inclusão do treinamento de artes marciais dentro da Polícia Civil. Considerado por ele um hobby, o delegado João Bancolini praticava o hapkido antes mesmo de ingressar na polícia. Presidente, durante três anos, da Federação Gaúcha de Taekwondo, O Delegado Bancolini é um admirador e incentivador da prática de artes marciais em todos os departamentos por onde passa: Tanto na 3ªDPRM, onde fui titular, quanto agora no Denarc, tenho destinado um local para o pessoal treinar ou até mesmo aprender, pois é sempre importante para a saúde do policial. Muitas vezes também, o policial se depara com situações em que seu desempenho fica ainda melhor se ele tiver um preparo para enfrentá-las. O mestre Luis César vê a participação do Delegado Bancolini importante para cativar mais agentes para ingressarem nos cursos, aumentando a autoconfiança do policial.

 

Fonte:(http://www.pc.rs.gov.br/JE2/edicao3/Links/taekwondo.htm)

 

 

Mestre Rodrigo ministra curso para cúpula da polícia paraense‏  

O vereador Rodrigo da Silva (PDT-Bebedouro), mestre em artes marciais, de terça a sábado da semana passada, na cidade de Belém (PA), ministrou aulas à cúpula da Polícia Militar daquele estado, praticamente um ano após também ter participado da introdução do hapkidô em terras paraenses. Voltado para a segurança pública e privada, esta é a segunda vez que Mestre Rodrigo retorna para a apresentação de seus trabalhos ligados ao hapkidô após também ter tido contatos com promotores de Justiça e delegados no início do ano.

Em meados de 2010 será lançado um livro acerca do tema, com mais de 400 páginas, o qual segundo o bebedourense representa uma fusão da Confederação Brasileira de Defesa Policial, cujo lema é a conduta inteligente de segurança. Na avaliação de Mestre Rodrigo, o objetivo da parceria firmada entre São Paulo e o Estado do Pará, com o apoio do deputado Major Olímpio Gomes (PDT), é o de padronizar as técnicas operacionais das polícias civil e militar, guardas civis municipais, vigilantes e seguranças.

“Todos devem ter uma conduta única”, explicou Mestre Rodrigo.  “Não tendo esta padronização, chama-se um profissional das artes marciais, onde muitas técnicas são aproveitadas na segurança pública, como algemar prontamente, conduzir, fazer contenções, imobilizações e procedimentos diversos que a arte marcial propriamente não tem, mas que somados às circunstâncias, é capaz de solucionar.”

A intenção é de que o trabalho seja expandido – gradativamente - para outros estados das regiões norte e nordeste através das próprias forças policiais e que possa ser aproveitado, sobretudo, a partir de 2010 quando o Brasil sediará uma Copa do Mundo de Futebol, e seis anos depois, uma Olimpíada. De acordo com o vereador, as artes marciais demoraram para chegar até as setor de sepolícias devido à importância que se deu para os treinamentos que visavam a competições esportivas e não como um reforço à segurança pública.

“Quando você lida com um marginal, ele joga sujo, e talvez, uma pessoa com regras de competições não se sairá muito bem, mas como o hapkidô já tem esta tendência e por ser um trabalho mundialmente reconhecido, chegou mais fácil ao segurança pública”, avaliou.

  Mestre Rodrigo contou que em março do próximo ano estará ministrando um novo curso de cerca de 200 horas de duração em toda a região norte do País especificamente voltado para a defesa pessoal, momento também em que estarão sendo formados novos oficiais já com o novo sistema de atuação.

O vereador não economizou críticas à segurança pública no Estado de São Paulo ao comentar a onda de violência que assola a região mais rica do país, e espera um dia poder ver o seu projeto implantado em seu estado. “Não adianta investir em armamentos e não ter o treinamento correto”, afirmou, revelando possuir uma cartilha de autoria do deputado e major Olímpio Gomes que enfoca as medidas preventivas que devem ser tomadas pelas pessoas para não serem vítimas de marginais nas ruas, em casa e no local de trabalho.

Em Bebedouro, algumas sessões extraoficiais de treinamentos já foram promovidas junto à Guarda Civil Municipal e ao Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil. Mestre Rodrigo foi campeão sul-americano de hapkidô, campeão brasileiro e campeão paulista, além de ser – atualmente – presidente da Confederação Nacional de Hapkidô e diretor da Liga Nacional de Taekwondo e responsável pela Liga do Estado de São Paulo.

 

Fonte: Assessoria da Câmara Municipal de Bebedouro - (http://www.planetabebedouro.com.br/?busca=canal_noticias_&status=V)